Poema: Da Impermanência

Morreu num dia bonito

O sol brilhava

O seu corpo inanimado

e frio

Descansava sobre o chão

Em frente à porta do prédio

Passei ao seu lado

Há uma serenidade na morte

Um abandono

O dia mais bonito

Fica um pouco mais melancólico

É o peso da realidade

Da impermanência a que quase nunca nos habituamos

Da dureza e doçura de viver

Da tragédia e da inevitabilidade de morrer

 

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